14/03/2012 -
Durante reunião na manhã desta sexta-feira (9) entre representantes da entidade e o parlamentar, Trad se colocou à disposição e deve, como tem feito, cobrar a votação da PEC durante seus discursos na Câmara Federal.
“Não tem piso nacional para educação? Educação e segurança pública não são prioridades do governo? Não pode um policial que sai de casa sem saber se volta ganhar R$ 1.950,00”, afirma o deputado.
Foi o próprio parlamentar que propôs a vinda de Mendonça Filho, titular da CCJC (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania). Os militares pretendem realizar um ato em Campo Grande para fortalecer a proposta.
De acordo com Cláudio Souza, vice-presidente da Associação, o salário atual de um soldado em início de carreira é “inadmissível”. Segundo ele, a ACS deve buscar, independente da PEC, um índice diferenciado de reajuste este ano para a cabos e soldados.
“A situação do cabo e do soldado é terrível. Nós reconhecemos que o governo tem investido em armamento, viaturas, mas o soldado que está na rua não está contente com este salário”, garante.
PEC 300 - Aprovada em primeiro turno, a PEC 300 segue parada na pauta de votação da Câmara dos Deputados. Em outubro do ano passado, militares de várias partes do Brasil foram até Brasília (DF) para pressionar a votação em segundo turno.
Porém, para entrar na pauta, a proposta precisaria da assinatura dos líderes de todos os partidos da Casa. Apenas o deputado Paulo Teixeira (PT), que na época era líder do PT na Câmara, se recusou a assinar.
Fonte:MS Notícias
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