Policiais militares encerram greve na BA após 12 dias
Líder da greve da Polícia Militar na Bahia é preso em Natal (RN)
Greve da PM não se restringe a pedido por PEC 300, diz ministra
Tiro na cabeça predomina em mortes em Salvador
Prisco, que é ex-policial e presidente da Aspra (Associação dos Policiais e Bombeiros do Estado da Bahia), estava na cadeia pública de Salvador desde o dia 9 de fevereiro, após a divulgação de gravações que apontavam a participação dele em atos de vandalismo no Estado.
Ele recebeu um alvará de soltura da 2ª Vara Criminal do Estado e deve responder em liberdade por crimes como formação de quadrilha e destruição de patrimônio público.
Prisco nega as acusações. "Não fiz nada disso, apenas participei da greve. Nos autos do processo, consta a gravação verdadeira", afirma.
Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária, no período em que esteve preso Prisco ficou em cela separada como forma de garantir sua integridade física.
Além dele, outro grevista, o cabo Paulo Hohenfeld, foi solto nesta semana. Hohenfeld saiu da cadeia pública na quarta-feira (21).
GREVE
A greve dos policiais militares começou no dia 31 de janeiro e gerou uma onda de mortes e saques na Bahia. PMs chegaram a invadir o prédio da Assembleia Legislativa do Estado.
A crise provocada pela paralisação durou 12 dias e só foi encerrada no sábado anterior ao início do Carnaval, quando o Estado recebeu cerca de 500 mil visitantes.
Fonte:Noticiaisboul
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