Ainda insatisfeitos com a proposta de reajuste do governo, as associações que representam os policiais militares no Estado garantem que a aprovação do projeto de lei não muda a estratégia da categoria, que promete manter a operação-padrão por tempo indeterminado. “Continuamos com a mobilização. A adesão está cada vez maior. Os policiais militares têm grande participação na redução nos índices da criminalidade no ano passado e agora o governo quer empurrar essa proposta goela abaixo. Isso não nos enfraquece”, garante Renílson Bezerra, da Associação dos Cabos e Soldados. Segundo ele, que visitou ontem seis batalhões, tenentes-coronéis aderiram à operação-padrão, que tem como objetivo realizar todos os procedimentos policiais à risca, em uma espécie de tolerância zero. Dessa forma, segundo Bezerra, várias viaturas que estão irregulares não saem dos batalhões desde segunda-feira, quando teve início o movimento. Para o coronel João de Moura, da Associação dos Militares do Brasil, a aprovação da proposta deixou os PMs ainda mais revoltados. “A insatisfação ficou maior. Prova disso é que um coronel ameaçou capitães que participam de curso de aperfeiçoamento que, se fossem à Assembleia, seriam expulsos do curso ou mesmo presos”, afirmou o coronel. As associações pedem equiparação salarial imediata com a Polícia Civil, que seria um soldo de R$ 2,4 mil para um soldado. |
| Fonte Por: Paula Costa | Jornalista |
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Mesmo assim, operação-padrão será mantida
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