segunda-feira, 19 de março de 2012

Justiça matém Jeoás preso e ele teme não ver nascimento da filha

Preso há pouco mais de 30 dias, na sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), na Zona Norte de Natal, o presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar do RN (ACS PMRN), cabo Jeoás Nascimento do Santos , continua afirmando que sua prisão é injusta, ilegal e política, e tendo sucessivos pedidos de habeas corpus negados pela Justiça.
Impedida de falar com o militar, a equipe de reportagem do portal Nominuto.com conversou com seu advogado, Paulo Cesar, e ele revelou os sentimentos e percepções de Jeoás sobre sua prisão, seus planos para o futuro e a angústia que vive, sem saber se poderá presenciar o nascimento da sua filha, nas próximas semanas.


"Ele entende que não há juridicamente nenhum argumento forte nem nenhum indício que poderá imputá-lo uma condenação futura. Na denúncia existe apenas uma conversa em que Jeoás afirma que o movimento está crescendo e que se não houvesse uma deliberação positiva na Bahia , o Rio de Janeiro poderia parar, bem como outros Estados do país".


"Na realidade tudo leva a crer que há uma dificuldade de se conseguir um alvará de soltura na Justiça baiana por causa do clamor da mídia durante a greve pedindo para que as punições fossem mais severas, mas caso o quadro não mude, confio plenamente que em Brasília conseguiremos um alvará de soltura".


Na semana passada, uma carta sua, escrita da prisão, ganhou repercursão nacional e foi lida em diversas Assembléias Legislativas do país, houve até pronunciamento na Câmara Federal sobre o caso, mas aqui no Estado os político pouco falaram na prisão.


"Jeoás ficou muito surpreso com a repercussão no Rio de Janeiro e depois do apelo de sua esposa ao deputado federal Juliano Rabelo (PSB/MT) ele conseguiu o apoio de vários outros deputados pelo país".


Jeoás tem deixado transparecer aos policiais militares o desejo de disputar uma vaga no Legislativo, contudo ainda não se lançou pré-candidato a disputa no pleito deste ano. "Ele tem falado dos seus projetos para o futuro, mas neste momento está focado em conseguir seu alvará de soltura".


O presidente da ACS espera o cumprimento do acordo firmado com o Governo no ano passado quanto a aprovação do pagamento do subsídio e melhoria das condições de trabalho dos policiais militares. E mais, que as atitudes da governadora Rosalba Ciarlini com os policiais sejam diferentes das do Governo do PT na Bahia .


Ele não pode votar na eleição para escolha da nova diretoria da ACS, nesse sábado (16). Sua liberação temporária não foi autorizada pelo comandante geral da Polícia Militar, coronel Francisco Canindé Araújo da Silva, e agora espera, angustiado, o dia do nascimento de sua filha, sem saber se poderá presenciar o parto e acompanhar seus primeiros momentos de vida.


Entrevista












                       Fonte:Espbr

Eleição na ACS-PM mantém atual diretoria no comando

 (Divulgação)

Com a maioria de 57% dos votos a Chapa 1 formada pelo Soldado Roberto Fernandes e Cabo César Queiroz venceu a eleição da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do RN para o triênio 2012-2015, nos cargos de presidente e vice-presidente, respectivamente. Na ocasião, a Chapa 2 obteve 23% e a Chapa 3 ficou com 20%. A eleição foi realizada nesse domingo na sede da entidade.


“A nossa vitória foi uma resposta da categoria que mostrou que aprova o trabalho realizado por esse grupo que defende os policiais militares e busca melhorias para Segurança Pública da sociedade potiguar. Com a vitória vamos dar continuidade aos trabalhos e lutas iniciados pelo Cabo Jeoás, à frente da entidade desde 2006”, afirmou o Soldado Roberto Fernandes.


A comemoração foi grande, e ainda teve uma carreata que saiu da associação e seguiu para o Batalhão de Operações Especiais BOPE, onde o atual presidente está preso por ter participado da greve dos policiais militares baianos.


“As conquistas para nossa categoria esse ano estão só começando, ainda temos muito a conseguir e a primeira grande luta será a implantação do subsídio e do Plano de Carreira para as cabos e soldados da polícia e do bombeiro militar”, disse o Cabo Jeoás Nascimento.


A data da posse da diretoria ainda será definida.








              
          Fonte:DNOnline

sexta-feira, 16 de março de 2012

Vaccarezza, o carrasco da PEC 300 não é mais líder do governo

O início do fim


Cândido Vaccarezza, o líder do Governo na Câmara, aquele que fez de tudo para desfigurar a PEC 300, postergar sua votação, mentir descaradamente ao se vangloriar na campanha eleitoral como o defensor da PEC 300 e depois trair os profissionais de segurança pública, rasgando a fantasia, e se posicionando radicalmente contra a matéria.


Vaccarezza foi exonerado pela presidente Dilma diante de sua incompetência em fazer o congresso se dobrar as vontades deste governo sem moral do PT. Romero Jucá, líder do governo no senado também foi demitido. O cargo será exercido pela astuto deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) na Câmara e no Senado, o posto passa para o senador Eduardo Braga (PMDB-AM).
                                   


Confesso que estou dando pulos de alegria. A derrota do ordinário Vaccarezza, que prejudicou sobremaneira a segurança pública deste país, é a nossa vitória. A minha alegria e a de milhares de profissionais da segurança pública se completará quando esse senhor não for mais eleito e ter seu nome riscado da política nacional.


Acompanhe texto de Reinaldo de Azevedo:
Apesar de claramente emocionado, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) afirmou nesta terça-feira (13) que deixa a liderança do governo na Câmara sem ressentimentos e que continuará sendo um soldado da presidente Dilma Rousseff. “Encaro isso sem ressentimento, sem mágoas e com naturalidade”, disse. Para o deputado, sua saída acontece por motivação política, não por derrotas pessoais, já que, segundo ele, o governo só “teve vitórias” na Câmara. O petista admite, porém, não saber onde a presidente “quer chegar” ao dizer que vai fazer um rodízio nas lideranças.
Vaccarezza admitiu ainda que sua substituição pode causar um estremecimento na Câmara, sem votações importantes nesta semana. “Eu era amigo pessoal dos líderes, até mesmo da oposição, por isso [um estremecimento] é natural. Mas a partir da semana que vem já vai ser tranquilo”, justificou. O petista demonstrou mágoa ainda ao admitir que soube da sua substituição pela imprensa. Ele foi chamado ontem para uma conversa de uma hora e meia com Dilma na manhã de hoje. “Não acho que foi uma boa conduta dessas pessoas [que vazaram sobre a sua demissão], mas tenho certeza que isso não contou com o apoio de Dilma”, afirmou.
(…)
Voltei
Como se vê, Vaccarezza não está nem “com ressentimento nem com mágoa”, mas não sabe aonde Dilma quer chegar. Vale dizer: está ressentido e magoado. Se ele, líder do governo na Câmara não sabe — e, a rigor, foi o último a saber da própria demissão —, imaginem os outros. Reparem: existe um mal-estar, um malaise, na relação de Dilma com o Congresso sem que ois partidos consigam dizer exatamente o que está pegando.
O dilmismo, vocês já notaram, tenta nos fazer crer que a governanta é ética e durona demais para o Congresso que está aí — leia-se: base aliada. Afinal, não é a oposição que cria problemas à Soberana, certo? Ocorre que o busílis é outro: o governo é inoperante, e o que tentam passar por “seriedade” da mandatária, vênia máxima, é outra coisa: ela é, isto sim, centralizadora, porém paralisante. O governo não deslancha, e até os petistas ficam um pouco aflitos.
Não estou entre aqueles que consideram Vaccarezza um exemplo de eficiência e habilidade. A declaração feita por ele ontem, incitando um confronto com o Supremo — e ainda era líder do governo —, fala por si mesma. Mas também não vislumbro ninguém com talento para fazer algo muito melhor.
Por Reinaldo Azevedo


Que este seja o início do fim a este político que não merece nenhum respeito por parte dos policiais e bombeiros deste país.










                    Fonte:pec300

Esposa do Cabo Jeoás apela ao Congresso Nacional por LIBERDADE


Acs PM RN
Esposa do Cabo Jeoás apela ao Congresso Nacional por LIBERDADE A prisão do Cabo Jeoás e demais policiais de outros Estados é uma afronta ao Regime Democrático de nosso país. A prática usada pelo Governo do PT no Estado da Bahia com apoio do Governo Federal tem trazido uma instabilidade e incerteza aos Policiais Militares de todo país. Setores ligados ao Partido dos Trabalhadores que tinham militância nas mudanças estruturais e ideológicas das forças militares estaduais encaram como retrocesso e traição a retaliação e repressão que está sendo dispensada aos policiais militares lideranças de um processo de democratização das forças de segurança estaduais. As reivindicações das tropas estaduais são um alerta dos problemas enfrentados pelos profissionais que dedicam suas vidas pela segurança da sociedade, sem estrutura, condições de trabalho, salários baixos, ascensão profissional, carga horária definida e tantos outros problemas.


A carta do Cabo Jeoás foi lida em mais um plenário legislativo, desta vez na Câmara dos Deputados Federais de nosso país. A carta como disse a Deputada Estadual Janira Rocha (PSOL-RJ) fala por se só. No Congresso Nacional a carta serviu para ampliar o debate sobre a Segurança Pública de todo país. O Cabo Juliano Rabelo (PSB-MT) atendendo ao pedido da esposa do Cabo Jeoás gravida de 7 meses, apresentou requerimento na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara Federal para formalização de uma comissão de parlamentares que vai visitar todos os policiais presos nos Estados da Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte. A visita da Comissão ao Cabo Jeoás já está confirmada e nas próximos dias a comissão desembarca em Natal-RN.


Na oportunidade, a comissão de deputados receberá das mãos da família a denuncia ofertada pelo Ministério Público da Bahia. O Cabo Jeoás foi denunciado pelos Art. 286 e 288 do Código Penal Brasileiro, incitação ao crime e formação de quadrilha, respectivamente. Os advogados que acompanham o caso afirmam que a prisão depois da denuncia torna-se ainda mais ilegal já que o inquerito foi concluido e se condenado, a cominação das penas não chegaria a 4 anos de prisão que pela Legislação Brasileira não cabe a privação de liberdade.


Embora o Cabo Jeoás esteja muito abatido e decepcionado. A família afirma que as orações, a demostração de apoio e solidariedade dos amigos e principalmente o acolhimento dos Policiais do Batalhão de Operações Especiais - BOPE tem fortalecido o Cabo Jeoás que não vê a hora de sair para acompanhar o nascimento de sua filha e dar continuidade ao seu trabalho em defesa de sua categoria. Segundo a família ele costuma dizer "Essa prisão não me calará, pois temos muito a melhorar na segurança pública".


Depois da soltura de policiais do interior da Bahia que estavam presos pela greve, foi decretada a liberdade do Ex-Policial e Advogado David Salomão flagrado em escutas telefonicas que foram vinculadas por uma emisora de televisão. "Acreditamos uqe a liberdade de Salomão abre precedente para a soltura de meu esposo, já que contra ele não tem nehuma prova das acusações que foram feitas" disse a esposa do Cabo Jeoás que esta grávida de 7 meses. Veja a transcrição dos pronunciamentos dos deputados:
http://www.camara.gov.br/internet/plenario/notas/ordinari/V1303121400.pdf FONTE: www.cabojeoas.com






                 Fonte:acspmrn

quarta-feira, 14 de março de 2012

Carta do Cabo Jeoás Minha prisão demonstra uma postura de retaliação, insanidade e insensatez

Acs PM RNEstou tranquilo e confiante, mas ninguém tem ideia das angústias e das tribulações que tenho enfrentado corajosamente e, às vezes, de forma solitária diante de uma prisão injusta, ilegal e sem nenhuma prova que me incrimine. Meu direito de defesa está sendo cerceado, pois meus advogados não estão tendo acesso ao processo, impossibilitando, assim, minha defesa.

Não tenho a intenção de partidarizar essa retaliação, mas tenho a obrigação de politizar esse debate. Temos, de forma competente e comprometida, conscientizado e mobilizado a nossa categoria a nível nacional na luta pela desmilitarização. Questão que tem ganhado força e apoio da sociedade civil organizada.

Participamos de negociações importantes como mediadores nos conflitos entre a categoria e governos estaduais e assim conquistamos vitórias como: a valorização salarial, a reforma nas legislações, o respeito e a ascensão social, intelectual e financeira. Em alguns estados conseguimos: a definição de carga horária, planos de carreira, ingresso com nível superior, aposentadoria aos 25 anos, paridade de direitos e deveres entre oficiais e praças e entre ativos e inativos e ao término de 2012 a média salarial nacional do policial militar será maior que R$ 2.000.

Em âmbito nacional participamos de debates e articulações estratégicas como a defesa da desmilitarização na 1º Conferência Nacional de Segurança Pública. Tema, que por sinal, foi o mais votado nos debates municipais e estaduais da conferência. Compomos o Conselho Nacional de Segurança Pública, no qual, já encaminhamos temas como: fim da prisão administrativa, financiamento da Segurança Pública, estrutura e condições adequadas de trabalho, matrizes curriculares nacionais e matrizes nacionais de legislação como código de ética e estatuto, dentre outros assuntos. Além de participarmos e construirmos, junto com a Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal, da elaboração das Diretrizes Nacionais de Defesa dos Direitos Humanos dos Profissionais de Segurança.

Todo esse histórico, preocupa setores da sociedade que defendem a arbitrariedade, a imposição e a ditadura, ou seja, o retrocesso antidemocrático de exceção e de cerceamento dos direitos e garantias conquistadas por muitos que hoje estão no poder.

A minha prisão e a de outros companheiros policiais e bombeiros militares tem se demonstrado uma postura de retaliação, insanidade e insensatez. Uma tentativa de esconder uma realidade que assola o país desde 1997, época em que se iniciaram as primeiras greves da Polícia Militar pela reivindicação de um Plano de Valorização dos Profissionais de Segurança e a, consequente, modernização e eficácia do serviço de Segurança Pública. Passados 15 anos de lutas, mobilizações e greves por todo o país ainda não se tem resposta para essa realidade, pelo contrário, os gestores brincam e não encaram os problemas da Segurança Pública. Um exemplo emergente é a “epidemia” do uso de crack que se espalha pelo Brasil e que tem atingindo inclusive policiais e suas famílias. Precisamos de respostas. Não aceitaremos e nem nos calaremos mesmo nos calabouços, masmorras e prisões dessa falsa democracia.

Em 2007, fui excluído da Polícia Militar por essa luta e depois reintegrado. Em 2009, tive prisão decretada em Roraima, por participar das negociações naquele estado, e agora cumpro prisão preventiva no BOPE/RN em nome da defesa de nossos direitos, da construção de nossa cidadania, dignidade e valorização profissional. Tenho certeza que minha luta não será em vão e que todas as perseguições e retaliações, que sofremos por defender nossa categoria, terão resposta no momento certo, pois já sabemos nos impor e nos fazer respeitar.

Somos homens e mulheres de coragem. Enfrentamos a criminalidade, defendemos o direito e a vida da sociedade e com essa mesma coragem e determinação aprendemos a defender nossos direitos. Não me arrependo de lutar por essa classe sofrida e sem o devido reconhecimento de sua dedicação. Enquanto cada um dorme, patrulhamos e, às vezes, arriscamos nossa vida para defender a sua. Mesmo sem estrutura e condições de trabalho, superamos as dificuldades para desempenhar nossa missão.

Somos submetidos, pelo poder público, a uma carga horária excessiva, sem direito a hora extra ou a direitos constitucionais de insalubridade, periculosidade e trabalho noturno. Não temos assistência médica adequada, nem tratamento pós-traumático, nem acompanhamento psíquico, nem social, não temos valorização profissional, nem plano de carreira na vida policial e ainda somos submetidos a um regime antidemocrático e ditatorial que nos impõe o silêncio, que nos rouba o direito de liberdade de expressão, da atividade sindical e política.

Lutamos simplesmente para sermos tratados como qualquer cidadão brasileiro, mas somos tratados como bandidos e proibidos de reivindicar nossos direitos, com risco de prisão e exclusão, sem um devido processo legal como desmanda a constituição. A sociedade tem estado ao nosso lado nessa luta e tem demonstrado apoio e afirmado que deseja mudanças no formato de Segurança Pública. Tenho absoluta certeza que a sociedade não vai aceitar o tratamento que temos recebido e a postura do poder público de tentar criminalizar nossas lutas e de desqualificar nossas lideranças.

Agradeço a minha família que tem superado a ausência e apoiado nossa luta. A minha esposa, que está grávida, que só me faz pensar no dia em que sairei dessa prisão para cuidar dela e de minha filha. Minha luta é para que ela venha ao mundo e se orgulhe de ter um pai que defendeu seus princípios e ideais e lutou para que tenhamos verdadeiramente uma sociedade democrática, justa e livre.

Agradeço aos meus amigos que demostram diariamente solidariedade e carinho nesse momento de dor e sofrimento. Agradeço a todos os sindicatos e organizações comunitárias, movimentos sociais e partidos políticos que demostraram apoio e solidariedade. Agradeço a todos os pastores e irmãos em Cristo que tem orado e intercedido junto ao Pai por nossa causa. Agradeço aos funcionários e diretores da ACS PM/RN que tem demostrado coragem e desprendimento em defender essa bandeira da democratização da instituição que tanto amamos. E em especial agradeço a cada policial e bombeiro que acredita na luta e que mesmo com todas as retaliações e dificuldades para garantir a segurança da sociedade tem demostrado sua dedicação e amor à profissão.

Tenham certeza que estarei sempre à frente da luta por dignidade, respeito e democratização e em nenhum momento vacilarei nessa defesa. Não me arrependo de defender essa categoria e o farei quantas vezes sejam necessárias. Acredito que os homens e mulheres policiais e bombeiros do Rio Grande do Norte estarão firmes na defesa e construção de uma polícia mais justa e cidadã, que respeite e defenda os direitos humanos da sociedade e de seus trabalhadores. Pois não é crime lutar e sonhar por dias melhores e por uma sociedade melhor para todos. É dessa forma que alcançaremos respeito e valorização!

Sargentos e tenentes criam Comissão de Crise no RS. Policiais vão para estado de greve

Acs PM RNA Associação dos Sargentos, Tenentes e Subtenentes (ASSTBM) da Brigada Militar, criou nesta segunda-feira uma Comissão de Crise.

Os sargentos, tenentes e subtententes avisaram que entrarão em greve, caso até o final do mês o governo gaúcho não os retire do último lugar que ocupam na lista dos mais mal pagos do Brasil.

No dia 16 de março, no Palácio da Polícia, os associados da Ugeirm farão assembleia para tirar um indicativo de greve. A Ugeirm realiza neste momento a chamada Operação Cumpra-se a Lei e denunciou que os policiais sofrem represálias.


Mendonça Filho pode vir a MS para ato em prol da PEC 300

14/03/2012 -

Acs PM RNA ACS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul) e o deputado federal Fábio Trad (PMDB-MS) pretendem trazer o deputado Mendonça Filho (DEM-PE) a Mato Grosso do Sul para um ato em prol da PEC 300, proposta que estabelece um piso salarial unificado para os servidores da segurança pública no Brasil.

Durante reunião na manhã desta sexta-feira (9) entre representantes da entidade e o parlamentar, Trad se colocou à disposição e deve, como tem feito, cobrar a votação da PEC durante seus discursos na Câmara Federal.

“Não tem piso nacional para educação? Educação e segurança pública não são prioridades do governo? Não pode um policial que sai de casa sem saber se volta ganhar R$ 1.950,00”, afirma o deputado.

Foi o próprio parlamentar que propôs a vinda de Mendonça Filho, titular da CCJC (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania). Os militares pretendem realizar um ato em Campo Grande para fortalecer a proposta.

De acordo com Cláudio Souza, vice-presidente da Associação, o salário atual de um soldado em início de carreira é “inadmissível”. Segundo ele, a ACS deve buscar, independente da PEC, um índice diferenciado de reajuste este ano para a cabos e soldados.

“A situação do cabo e do soldado é terrível. Nós reconhecemos que o governo tem investido em armamento, viaturas, mas o soldado que está na rua não está contente com este salário”, garante.

PEC 300 - Aprovada em primeiro turno, a PEC 300 segue parada na pauta de votação da Câmara dos Deputados. Em outubro do ano passado, militares de várias partes do Brasil foram até Brasília (DF) para pressionar a votação em segundo turno.

Porém, para entrar na pauta, a proposta precisaria da assinatura dos líderes de todos os partidos da Casa. Apenas o deputado Paulo Teixeira (PT), que na época era líder do PT na Câmara, se recusou a assinar.

                        
                                          Fonte:MS Notícias

Corpo de Bombeiros expulsa líder grevista e mais 12


Acs PM RNO comando-geral do Corpo de Bombeiros decidiu nesta segunda-feira pela exclusão do cabo Benevenuto Daciolo, símbolo do movimento grevista, e mais doze bombeiros apontados como líderes da paralisação.

De acordo com a assessoria da corporação, todos são considerados “culpados por articulação em manifestações de caráter político-partidário, nas quais incitaram ostensivamente a tropa à prática de ilícitos de natureza disciplinar e penal militar, além da adoção de conduta incompatível com a missão de Bombeiro-militar”.

As audiências do Conselho Disciplinar da corporação foram realizadas na última semana. Segundo a assessoria dos bombeiros, os conselheiros consideraram culpados todos os envolvidos. Eles respondiam por aliciamento e incitamento a motim.

Com esta etapa cumprida, dois relatórios - um especial sobre Daciolo e outro relacionando os outros líderes - foram enviados ao comandante-geral Sérgio Simões. Ele tinha prazo de cinco dias para bater o martelo.

No caso dos demais participantes, o período foi cumprido à risca, uma vez que haviam sido julgados na quarta-feira (7). Contudo, em relação a Daciolo, o comandante se antecipou, já que a audiência sobre a situação do cabo ocorreu na sexta-feira (9).

Daciolo foi preso dia 9 de fevereiro, depois de ser flagrado em escutas telefônicas supostamente negociando estratégias grevistas com líderes do movimento na Bahia e no Rio. A paralisação, que englobava bombeiros, policiais militares e civis, foi anunciada oficialmente no dia seguinte, em uma assembleia na Cinelândia, no centro da capital fluminense.

Os outros bombeiros que ficaram detidos com Daciolo no complexo penitenciário de Bangu (zona oeste), em meados de fevereiro, foram capturados alguns dias depois.

Bombeiros não foram comunicados

O Movimento dos Bombeiros divulgou nota na qual informou que tomou conhecimento da decisão da corporação pela imprensa. Leia um trecho da nota.

“O Movimento dos Bombeiros esclarece que soube pela imprensa da expulsão de 13 bombeiros militares que participam da luta por dignidade, iniciada em abril de 2011. São 13 pais de família que no total efetuaram o salvamento de milhares de vidas. O movimento sempre foi pacífico e ordeiro, pela dignidade, e sempre foi pautado pela busca por diálogo e entendimento. Lembramos que estes 13 pais de família foram presos em Bangu 1, em presídio, de forma arbitrária e ilegal, mantidos em celas durante sete dias. Agradecemos o apoio que a população fluminense, sabedora que arriscamos nossas vidas pela vida do próximo, recebendo o pior salário do Brasil, sempre nos deu. Todas as medidas judiciais cabíveis serão tomadas”.

A mulher de Daciolo, Cristiane Daciolo, disse que não conseguiu entender o motivo da exclusão dos bombeiros. Ela disse que mantinha esperanças por causa da conduta "exemplar" do marido e dos outros participantes do movimento.

- Eu não sei o que fazer. Ainda não digeri. Achei que a conduta perfeita, exemplar, deles fosse pesar a favor. Mas não pesou, infelizmente.

Movimento enfraquecido

A prisão das principais lideranças refletiu no movimento, que acabou perdendo força. No dia 13 de fevereiro, a greve foi suspensa, após assembleia geral realizada na Lapa, região central do Rio.

O anúncio da paralisação foi marcado pelo desabafo de Ana Paula Matias, mulher do sargento Alex Matias, do 2º GMar (Grupamento Marítimo), que falou em nome do marido e de seus companheiros.

- Nunca deixamos de atender à população. O que existe é a luta pela Justiça. A luta neste momento não é mais por dignidade salarial, é simplesmente pela dignidade humana. O único crime será manter esses homens presos.

Veja a relação de bombeiros expulsos:

Cabo Alexandre Salvador de Azevedo

Cabo Paulo Roberto Noronha dos Santos Junior

Cabo Andrei Carlos Azevedo dos Santos

Cabo Adhemar de Queiroz Balthar Junior

Cabo Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos

3º sargento Heraldo Correia Vieira

3º sargento Alexandre Gomes Matias

3º sargento Wallace Rodrigues Chaves

3º sargento BM Harrua Leal Ayres

3º sargento André Manoel Pontes Matos

2º sargento Daniel Alves dos Santos

2º sargento Paulo Edson de Campos do Nascimento

Subtenente Valdelei Duarte




                                               FONTE: R7

terça-feira, 13 de março de 2012

Petrolina e Caruaru terão assessoria especial para Declaração de Imposto de Rend

Atenção, policiais e bombeiros militares de Petrolina. Entre os dias nos dias 14 (quarta),15 (quinta), 16 (sexta), 17 (sábado), 19 (segunda) e 20 (terça), a Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) estará oferecendo, no Escritório Regional do município, assessoria para Declaração de Imposto de Renda. O atendimento será das 8h às 12h e das 14h às 18h.


Já os policiais e bombeiros militares de Caruaru também poderão usufruir desse serviço. Será de 26 a 30 de março, no Escritório Regional da “Capital do Agreste”:


Os documentos são os seguintes:


- Informe de rendimentos e salários;


- Relação anual do valor recebido em aluguel de imóveis, recebido de pessoa física, com nome, CPF e endereço do imóvel;


- Informe de rendimentos de aplicações financeiras como CDB/RDB, poupança, prazo fixo, etc;


- Informe de rendimento do cônjuge e dependentes, caso a declaração seja feita em conjunto;


- Número do CPF e data de nascimento de todos os dependentes;


- Recibo de pagamentos feitos a médicos, dentistas, planos de saúde, hospitais e etc;


- Recibos dos pagamentos realizados para Educação, bem como nº do CNPJ;


- Valor pago em pensão alimentícia durante o na, com dados e CPF do beneficiário e data de nascimento;








                 Fonte :Por: Paula Costa | Jornalista




ACS – PE no 16º BPM

Uma cerimônia simples e alegre. Foi inaugurado na quinta-feira (08/03), o novo alojamento das policiais femininas que atuam no 16º Batalhão. O diretor da Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE), Romero Galindo, prestigiou o evento, representando o coordenador Renílson Bezerra. Na ocasião, Romero foi recepcionado pelo Ten- Cel Antônio e o Major Gildo e compôs a mesa junto com a integrante da União das Mulhes do Brasil (UMB), Inamara Mélo.


                                                                                         
                             Fonte Por: Paula Costa | Jornalista
 Foto(s):
Diretor Romero durante cerimônia de inauguração do novo alojamento
Diretor Romero compõe a mesa ao lado de Inamara Melo e Ten -Cel Antônio
Diretor Romero, convidados e PMs conferem o novo alojamento
                             

Onde O Blog do SD baby Ja Foi Visto No Mundo!!!