Decepção. Este foi o sentimento declarado pelos policiais e bombeiros militares que compareceram e lotaram o Teatro Beberibe (Centro de Convenções) na tarde desta quinta-feira (03/03).
Eles participaram de uma reunião institucional promovida pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Defesa Social.
Nada foi apresentado à tropa, que ansiava por uma resposta positiva quanto ao aumento salarial.
Diante da falta de posicionamento do Governo do Estado, as entidades representativas decidiram não mais esperar por prazos.
“Em respeito à sociedade pernambucana, a maioria dos militares presentes apoiou a idéia de adiar o movimento para depois do carnaval”, informaram.
A expectativa é que no dia 28 de março haja uma nova reunião com representantes do Governo e que haja a apresentação de valores até o dia 10 de abril.
“Caso isso não aconteça, foi decidida a realização de uma nova Assembléia Geral antes da Semana Santa desta vez com a definição de um movimento paredista, como última instância de solução.
“As entidades desejam uma negociação concreta, com números na mesa. Afinal de contas, há um ano a tropa aguarda por uma resposta e nada foi feito”, reclamaram.
Fonte: blog de Jamildo
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sexta-feira, 4 de março de 2011
Absurdos da Corregedoria
A Corregedoria mais uma vez volta a atacar. A Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) está preocupada com as últimas ações daquela instituição. Na madrugada da terça-feira (01/03) para quarta-feira (02/03), dois absurdos: uma policial militar foi autuada por supostamente estar cochilando e um policial também foi autuado mas, desta vez, por estar amarrando os cadarços do sapato. A ACS – PE já está tomando as providências cabíveis quanto ao assunto. Uma lástima. Quando se trata do serviço nos postos policiais, os PPOS, o policial militar realiza um serviço de vigilante. São jogados em locais sem nenhuma condições de serviço, trabalhando 12 horas ininterruptas. Apenas para proteger os “estábulos” instalados na Região Metropolitana e também no Interior do Estado. Não há banheiros ou lugar para as necessidades físicas. Enquanto isso, esses profissionais são obrigados a fazer “bico legalizado”, o que escraviza a tropa. Isso porque os salários são baixos e é preciso complementar a renda. Precisamos que tenhamos uma Corregedoria que sirva para dar apoio e não para certas cobranças como de amarrar cadarços. Certas cobranças que devem ser feitas ao Governo que não vem cumprindo com as suas obrigações, como por exemplo, fornecer uniforme. Para se cobrar melhor, é preciso dar condições e melhores salários ao praça e não achar que ele prestará um bom serviço sendo mal pago por um e escravizado por outro. O buraco é mais embaixo. Falta é efetivo e vergonha para fazer um posto de policiamento que o profissional possa ali passar 12 horas de sua vida mesmo que seja arriscando e não ser jogado a própria sorte. Não prestem um desserviço a sociedade. Governo, honre os impostos pagos pelo povo e colabore para que o PM e o BM sintam orgulho de envergar a farda e defender a sociedade. |
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