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sábado, 1 de fevereiro de 2014

1º FosegPE video 2 da Tarde de 29/01/2014


Quem não acompanhou a transmissão ao vivo da Tarde de 29/01/2014

é só clicar em PLAY no vídeo abaixo e ver como foi o 1º FosegPE.




Veja Também:

1º FosegPE video 1 da manhã de 29/01/2014

1º FosegPE video 1 da manhã de 29/01/2014

Quem não acompanhou a transmissão ao vivo da manhã de 29/01/2014

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sábado, 21 de janeiro de 2012

Historia do Galo da Madrugada

“O Galo da Madrugada invade o centro da cidade de tal forma que já não se sabe quem é do Galo, quem olha o Galo, quem não é do Galo, onde está o Galo. O Galo é o povo. É o povo sonhando, cantando, brincando, sem preconceitos e sem cordões de isolamento, debaixo de Sol ou de chuva, com dinheiro ou sem dinheiro”.


(Paulo Montezuma - “Os carnavais e o Galo” - Recife, 1985) 


Da união de um grupo de amigos e famílias do Bairro de São José, comandados pelo baluarte Enéas Freire, surgia, no dia 24 de Janeiro de 1978, o Clube de Máscaras Galo da Madrugada. Sem grandes pretensões, aquele que viria a se tornar um fenômeno mundial foi criado com um único e simples propósito: fazer renascer o tradicional, espontâneo e criativo carnaval de rua do Recife, então ameaçado pelos clubes e passarelas, que, cada vez mais limitavam – em espaço e participantes – o fazer da folia. 



“Durante muito tempo, os que viveram os carnavais passados deixaram de sorrir, viram fugir de cada um a alegria e a animação do reinado de momo. Sempre que as famílias sofrem, seus líderes e baluartes protestam em defesa dos seus ideais, dos seus familiares e dos seus interesses. Essa foi a intenção da família Alves Freire, para salvaguardar os interesses do morador do Bairro de São José, das tradições do Recife e o carnaval pernambucano. Acoplada a esta opinião, estavam muitos amigos que o ajudaram a carregar o estandarte da mais forte agremiação carnavalesca da região”.


(Adjeci Soares - “Viva o Galo! Explosão do Carnaval Pernambucano – Recife, 1992) 

Assim nascia o Galo da Madrugada, nas ruas estreitas, apertadas e becos tortuosos do Bairro de São José, berço dos primeiros clubes e blocos carnavalescos do Recife. Naquele mesmo ano, no dia 04 de fevereiro de 1978, o Galo saiu às ruas pela primeira vez: cerca de 75 “almas penadas” - primeira fantasia do Clube – percorreram as ruas do Bairro, com seus sacos de confetes e serpentinas e acompanhadas por uma orquestra de frevo composto por 22 músicos. Era o início do reinado de um fenômeno que não pararia mais de crescer...


No ano seguinte, o bloco já contava com um número de foliões quase cinco vezes maior: 350 pessoas, vestidas de palhaços, almas, morcegos, diabos, árabes, cabeções de galos, arlequins e pierrôs, entre outras fantasias. Nesse mesmo ano, 1979, o Galo realizou a 1ª Noite dos Estandartes, no Clube Português, e também ganhou o seu estandarte e hino oficial – criados, respectivamente, pelo fundador Mauro Freire e pelo compositor José Mário Chaves.


Em 1980, desta vez tendo como fantasia a “Nêga Maluca” e o “Nêgo Mississipi”, o Galo consegue arrastar pelas ruas e ruelas do Recife cerca de 800 foliões. Em 1981, a multidão passou para mais de 1.500 pessoas. Nesse mesmo ano, o Galo cria o desfile de fantasia de papel na Praia de Boa Viagem e, em 1983, a Festa da Cerveja. Tudo, é claro, com o mesmo propósito: levar o frevo aos quatro cantos da cidade – nas ruas, praias e salões.




Em crescimento constante, o desfile do Galo passa por sua primeira grande mudança em 1984, quando as orquestras de frevo passaram a desfilar em cima de caminhões. A ideia não vingou por muito tempo: dois anos depois, já era impossível o som das orquestras alcançarem “naturalmente” toda a multidão que acompanhara o bloco; a solução foi recorrer aos trios elétricos.



Um ano antes, no carnaval de 1985, o Galo da Madrugada trouxe para o seu desfile o maior apresentador da TV brasileira de todos os tempos, o pernambucano Abelardo Barbosa – Chacrinha. Em um palanque armado na Praça da Independência e envolto de uma multidão que “só vendo pra crer”, o artista foi homenageado com o troféu Galo de Ouro. Ainda em 1985, o Galo deu à luz mais um descendente: o Bloco das Ilusões, formado pelas esposas dos diretores do Clube.



“Em 90, o Galo superava o sucesso dos anos anteriores, levando às ruas do centro da cidade uma multidão incalculável de quase um milhão de foliões, brincando, pulando e cantando sob o calor de 36 graus. A ordem era brincar e pular, parecendo até que todos eram movidos a frevo e empolgação”.


(Adjeci Soares - “Viva o Galo! Explosão do Carnaval Pernambucano – Recife, 1992) 

Em 1991, cumpre-se uma profecia: em seu 14º desfile, o Galo da Madrugada confirmou a previsão do jornalista e radialista Stélio Gonçalves, ex-diretor de jornalismo da Rádio Clube de Pernambuco, que, um dia, garantiu: “o Galo seria a maior agremiação de rua de Pernambuco”. De fato, naquele 09 de fevereiro de 1991, o bloco reuniu mais de um milhão de foliões, que tomaram as ruas e pontes da cidade ao som de duas orquestras de frevo, 12 carros de som e oito trios elétricos.


Anos mais tarde, em 1994, veio o reconhecimento internacional do livro dos recordes, o Guinness Book. Tornou-se, então, oficial: o Galo da Madrugada era considerado o maior bloco de carnaval do planeta, num carnaval que reuniu um milhão e meio de foliões. O título estampou a edição do ano seguinte do livro. Para comemorar e também reverenciar a majestade do carnaval pernambucano que acabara de ganhar o mundo, a Prefeitura do Recife pôs, em 1995, um gigantesco galo sobre as águas do Rio Capibaribe, tornando ainda mais belo o espetáculo carnavalesco recifense. Em 1996, a apoteose do desfile ganhou ainda mais cor e brilho: camarotes, sombrinha gigante, casal de Rei e Rainha do Maracatu sobre o Rio Capibaribe e um Galo bem mais gigantesco, desta vez montado na Ponte Duarte Coelho – onde é posto até hoje.


Imagens: Acervo Galo da Madrugada



Comemorando os 100 anos do frevo, o Galo da Madrugada realizou, em 2007, um desfile à altura da festa e, mais um vez, conseguiu arrastar um milhão e meio de pessoas pelas ruas do centro do Recife. Em 2009, mais um recorde: os foliões ultrapassaram a marca dos dois milhões, num histórico desfile que homenageou o fundador Enéas Freire – falecido em junho do ano anterior. Neste mesmo ano, mais precisamente no dia 20 de fevereiro, o maior bloco de carnaval do mundo tornara-se também Patrimônio Imaterial de Pernambuco, através de lei assinada pelo governador Eduardo Campos.



Em 2011, o maior bloco do mundo passa por uma mudança no seu percurso, para garantir uma maior segurança no desfile e, é claro, um melhor conforto para os foliões que lotam o corredor principal. Pela primeira vez na história do Galo, o percurso deixou de incluir a Rua da Concórdia, substituindo-a pela Avenida Dantas Barreto. Com mais espaço para os brincantes e trios elétricos e também um desfile ainda mais bonito, o Clube das Máscaras teve a alteração aprovada pelo público e garantiu, mais uma vez, um belíssimo desfile que manteve a tradição de levar às ruas mais de um milhão e meio de pessoas, ao som do bom e maravilhoso frevo pernambucano.



Em 2012, o Galo promete entrar mais uma vez na história, com um desfile que, ao homenagear o centenário do eterno Rei do Baião, Luiz Gonzaga, une duas das maiores manifestações culturais musicais de Pernambuco: o frevo e o baião. O Clube também lançou o seu primeiro concurso de música tema, no qual participaram doze concorrentes de peso da música pernambucana, entre eles os compositores Jota Michiles, Getúlio Cavalcante, Fernando Azedo, Nuca e Eriberto e os também cantores Ed Carlos e Nena Queiroga, entre outros mestres do frevo.

Passados já 34 anos de seu primeiro desfile, o Galo da Madrugada tem o orgulho de permanecer fiel às suas raízes: valorizar o ritmo pernambucano e mostrá-lo aos foliões dos quatro cantos, não mais apenas do Bairro de São José, do Recife, do Estado ou até do Brasil; mas, agora, de todo o planeta, que, pessoalmente ou à distância, se encantam ao ver a beleza e a magia da maior manifestação cultural do planeta, como que seduzidos pelo refrão: “Ei pessoal, vem moçada! Carnaval começa no Galo da Madrugada.”




Fontes principais de pesquisa:



SOARES, Adjeci: Viva o Galo! Explosão do Carnaval Pernambucano. Recife: Edições Shidarta, 1992;



O CANTO DO GALO – NOTICIOSO DO CLUBE DE MÁSCARAS “O GALO DA MADRUGADA”. Recife: novembro de 1985;

DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DE PERNAMBUCO. Suplemento Cultural. Recife: fevereiro de 1997.

Imagens: Acervo Galo da Madrugada / JC Online

Fotos Antigas da Cidade do Recife - PE

Olá Pessoal,gostam de um retorno no tempo. Tenho um arquivo com várias fotos mostrando Recife do fim do século XIX até meados do século XX.  Aqui coloco a primeira parte dessas fotos. Não me preocupei com cronologia e as fotos estão um pouco misturadas, mas cada uma delas mostra que a cidade já se fazia metrópole quando muitas cidades brasileiras ainda nem existiam. Vamos lá: 


 1. O Graff Zepellin chegando ao Campo do Jiquiá. Essa torre ainda existe.



2. Inauguração do Aeroporto Internacional dos Guararapes em 1958.



3. Vista aérea da Ilha do Recife em 1930, fotografia tirada a partir do Graff Zepellin. 



4. A 2ª locomotiva brasileira em 1858.



5. Locomotiva, 1858.



6. Hospital da Tamarineira.



7. Horários do Zepellin para Pernambuco.



8. Hidroavião Sampaio Correia II, pilotado por Pinto Martins. Foto de 1923.



9. Hidroavião de Sacadura Cabral e Gago Coutinho. Primeira travessia da Europa para a América do sul Em avião, 1922.



10. Hidroavião amerissando no Marco Zero.



11. Graff Zepellin II em 1930.



12. Vista aérea do centro do Recife na primeira metade do século XX.



13. Fábrica de cigarros Lafayette (Rua do Imperador, fins do século XIX).



14. Estação do Bairro da Encruzilhada, século XIX.



15. Vista a partir do dique, século XIX.



16. Diligência na Ponte Buarque de Macêdo.



17. Zepellin sobrevoando o Diário de Pernambuco no começo do anos 1930.



18. Zepellin sobre a Delegacia do Trabalho, começo dos anos l930.



19. Prédio dos Correios na Av. Guararapes, 1950.



20. Construção do cais do porto.



21. Construção do Aeroporto Internacional dos Guararapes, 1957.



22. Constelation da Lufthansa pousando.



23. Concorde em Recife.



24. Casa Navio, Av. Boa Viagem (demolida).



25. Casa Navio.



26. Casa de Banhos sobre o dique voltada para o Rio Capibaribe. Nos fins do século XIX e começo do século XX não havia o costume do banho de mar.



27. Casa de Banhos, sofreu um incêndio no começo de século XX e nunca foi reconstruída. Aida existem os alicerces.



28. Ponte da Boa Vista.



29. Campo do Jiquiá e Zepellin



30. Campo das Princesas em 1908



31. Campo das Princesas e Teatro de Santa Isabel em 1850.



32. Cais no fim do século XIX.



33. Cais do porto.



34. Ponte Princesa Isabel e Assembléia Legislativa (Rua da Aurora).



35. Ponte Princesa Isabel e Assembléia.



36. Ponte Maurício de Nassau.



37. Bonde fechado, 1950.



38. Bonde na Pracinha do Diário, 1930.



39. Bondes depredados na Revolução de 1930.



40. Antigo campo do Sport Club na Av. Dr. Malaquias, 1925



41. Antigo Marco Zero.



42. Arranha-Céu da Pracinha nos anos 1920. O prédio continua de pé.



43. Arsenal da Marinha.



44. Assembléia Legislativa e Ginásio Pernambucano (Rua da Aurora).



45. Av. Boa Viagem na primeira metade do século XX.



46. Av. Guararapes.



47. Av. Marquês de Olinda (colorizada) nos anos 1930.



48. Av. Boa Viagem



49. B25 em demonstração de bombardeio em Boa Viagem em 7 de Setembro de 1957.



50. Bairro da Boa Vista visto do Zepellin, anos 1930.



51. Bairro do Recife.



52. Av. Boa Viagem.



53. Praia de Boa Viagem, anos 1950.



54. Praia de Boa Viagem nos anos 1960, aparecendo o Hotel Boa Viagem (hoje em demolição). Fortal, essa é tua cara.



55. Acidente aéreo no Aeroporto Internacional dos Guararapes, 1974.



56. Bonde em 1950.



57. Bonde puxado a burro na Rua do Aterro (hoje Rua da Imperatriz), fins do século XIX.



58. Bonde elétrico fechado, 1939.



59. Aeroporto Internacional dos Guararapes, 



60. Aeroporto Internacional dos Guararapes em 1970.



61. Antiga ponte 7 de Setembro, barco a vela e casario do Bairro de Sto. Antônio, foto de 1870.



62. Antiga Ponte Princesa Isabel, Teatro de Sta. Isabel e Liceu de Artes e Ofícios.



63. Antiga sede do Clube Náutico Capibaribe, incendiada em 1949.



Click Aqui e Veja A Historia Com Fotos do Ônibus Elétrico em Recife-PE.

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