sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O fim da greve está decretado', diz comandante-geral da PM



'O fim da greve está decretado', diz comandante-geral da PM
Foto: Tiago Melo / Bahia Notícias
O comandante-geral da Polícia Militar da Bahia, coronel Alfredo Castro, afirmou, em entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (10), no auditório do Quartel do Comando-Geral, Largo dos Aflitos, que a paralisação da PM já foi encerrada. “Na minha ótica, o fim da greve está decretado. Apenas uma pequena minoria resiste à convocação para voltar ao trabalho. Tudo tem começo, meio e fim. E o final da greve está decretado”, atestou. O coronel também avisou que quem não retornar às atividades imediatamente terá o ponto cortado, estará sujeito a abertura de processo administrativo e punição, que pode chegar até mesmo à expulsão. “A partir de hoje, a falta não será tomada como adesão a paralisações”, alertou. Segundo ele, a falta de policiamento agora é “apenas pontual”. Castro declarou que, até as 9h de sexta, 85% do efetivo da polícia na capital e Região Metropolitana de Salvador (RMS) tinha retornado ao trabalho. “A maioria das cidades do Oeste já voltou e, no Norte, todos os municípios retornaram”, disse. Castro admitiu, entretanto, que algumas intervenções para “desmobilizar” o movimento grevista ainda ocorrem na região Sul. O coronel informou que os bairros soteropolitanos identificados com pouco policiamento, como Cajazeiras e alguns pontos do Subúrbio Ferroviário, recebem tropas da reserva, como a Choque e a Caatinga. Nesta sexta, o movimento grevista iniciado pela Associação dos Policiais, Bombeiros e dos seus Familiares da Bahia (Aspra) completou 11 dias.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Associação de Cabos e Soldados de Pernambuco não descarta mobilização nacional

Uma onda de movimentos grevistas de policiais vem acontecendo no Nordeste desde o fim do ano passado. Depois do Maranhão e do Ceará, a Bahia enfrenta a greve dos policiais militares desde a última terça-feira (31). Em apoio à manifestação, representantes da Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados de Pernambuco (ACS – PE) viajaram nesta segunda (6) para Salvador. No site da instituição, foi publicado um alerta aos policiais militares e  bombeiros de Pernambuco para a convocação, em breve, de uma assembleia entre a categoria.

"A qualquer momento a Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) estará convocando uma Assembleia Geral para discutir assuntos de interesse da tropa, especialmente sobre as escalas de trabalho escravizantes, a falta de previsão das promoções e outras reivindicações que não foram atendidas, o que vem gerando grande insatisfação entre PMs e BMs", diz o documento.

Segundo o coordenador da associação, Renílson Bezerra, que viajou junto com diretor José Carlos dos Santos e o advogado Adalberto Neto, há possibilidade de movimento nacional. A discussão deve acontecer ainda esta semana em reunião com integrantes da Associação Nacional de Praças (Anaspra). "A situação na Bahia está delicada, mas as condições trabalhistas dos policiais de lá não são muito diferentes das nossas", afirma.

Já o Sindicato da Polícia Civil de Pernambuco (Sinpol) defende o movimento grevista, mas não concorda com vandalismos e agressões. "Acreditamos que está havendo um exagero por parte do movimento. Nós defendemos um movimento legal, com ordem e pautado no Estado democrático de Direito. Corremos o risco de, com o Projeto de Lei que tramita em Brasília, ter a proibição do movimento de greve para as categorias que trabalham portando arma", opina o presidente do Sinpol, Cláudio Marinho.

A campanha salarial dos policiais civis deve começar entre o final deste mês e o início de março. Entre as pautas a serem discutidas, está a revisão do Plano de Cargos e Carreiras. No próximo dia 10, está programada uma reunião com a Confederação dos policiais civis em Brasília, onde devem ser discutidos a Lei Orgânica Nacional, um piso salarial nacional e a garantia da aposentadoria especial com 30 anos de tempo de serviço.

Leia mais








                                   Fonte:NE10

Assembleia Legislativa do Rio aprova aumento para policiais civis e militares, bombeiros e agentes penitenciários

Carolina Gonçalves
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - Com 59 votos favoráveis e 1 contrário, os deputados estaduais do Rio de Janeiro aprovaram, no início da tarde de hoje (9), o projeto de lei que define o aumento salarial para as polícias Militar e Civil, o Corpo de Bombeiros e os agentes penitenciários.
A proposta original enviada pelo governo do estado recebeu 78 emendas e foi alterada por um substitutivo da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Pelo texto aprovado, o incremento salarial previsto para o próximo mês continua sendo 12% para todas as categorias, mas o reajuste previsto para 2013, em duas parcelas, será concedido de uma só vez, no início do ano que vem.
Além dessas mudanças, o líder do governo na Alerj, deputado André Correia (PSD), disse que, em 2014, o reajuste para todas as categorias será equivalente ao dobro da inflação acumulada. Segundo ele, com esse incremento, o salário de um soldado da PM “vai chegar a quase R$ 3 mil”. A estimativa inclui tanto o salário líquido, quanto benefícios como vale-transporte e gratificações, entre outros.
O líder espera que, com a aprovação do projeto, as categorias ligadas à segurança pública do estado desistam de fazer greve. “Esse é o maior esforço de valorização da segurança pública na história do estado. Confiamos no espírito público e na responsabilidade desses trabalhadores e confiamos que estas negociações não serão usadas como manobra política”, disse Correia.
O texto aprovado também inclui a criação de um banco de horas-extras, a extensão do auxílio-moradia, proporcional ao soldo, e concessão de vale-transporte no valor de R$ 100 para 120 mil profissionais de segurança pública. O governo conseguiu manter as gratificações para alguns agentes, justificando a necessidade de diferenciação por mérito e tipo de atividade desempenhada, mas teve que garantir que, diferentemente de hoje, essas gratificações não serão mais suspensas em casos de acidentes de trabalho ou doença.
Apesar de reconhecer como avanço a aprovação do projeto, alguns parlamentares destacaram que a proposta ainda está aquém da reivindicação histórica dessas categorias. O deputado Marcelo Freixo (PSOL) alertou que a falta de diálogo com os profissionais de segurança pública pode ainda representar uma ameaça às negociações.
“O movimento foi feito para dentro da Assembleia mas não discutiu com as categorias. O governo errou porque essa proposta é um avanço, sim, mas tinha que ser discutida com as categorias até para distensionar um clima que não é dos melhores nas ruas. Não tenho condição de saber qual o ânimo que existe hoje em relação à proposta. Espero que tenham o bom senso de abrir negociação. Essa etapa de hoje não é o fim desse processo”, disse o deputado.
As associações que representam policiais civis e militares, bombeiros e agentes penitenciários reivindicam a  revisão do piso salarial, atualmente em R$ 900, para R$ 3,5 mil, com o fim das gratificações.
A deputada Janira Fortes (PSOL), cuja voz foi identificada na gravação de um telefonema do cabo do Corpo de Bombeiros Benevenuto Daciolo, disse que a conversa veiculada na imprensa foi “uma grande montagem, fraudada, que não mostra tudo o que foi dito”. Em uma gravação feita com autorização da Justiça, uma voz de mulher pede a Benevenuto Daciolo que os amotinados baianos não negociem com o governo estadual para não enfraquecer o movimento no Rio de Janeiro,
Depois de ouvir da deputada Cidinha Campos (PDT) que a Alerj poderá abrir processos internos para investigar o envolvimento dela com o movimento de policiais e bombeiros, Janira disse não temer a investigação.“Eu honro as saias que visto. Fui eu, a voz [na gravação] era minha. Exerci meu direito legítimo de fazer articulação política. Vou esclarecer cada um dos fatos que foi colocado”, disse a parlamentar.













                                        Fonte Edição: Vinicius Doria

Policiais Militares decidem prosseguir em greve na Bahia

Depois de um dia inteiro de negociação, a assembleia dos policiais militares no Ginásio do Sindicato dos Bancários decidiu nesta quinta-feira pela continuidade da greve. A comissão das associações que representa os policiais militares não conseguiu fechar um acordo com o governo, assim a paralisação chega ao seu 10º dia. Elas querem que o pagamento da GAP 4 seja antecipado de novembro para março. O governo mantém a proposta inicial. Segundo integrantes do comando do movimento, há cerca de dez mil policiais no local. O acesso ao ginásio está restrito porque jornalistas e fotógrafos foram impedidos de presenciar o encontro.

Uma comissão de deputados de partidos que apoiam o governador Jaques Wagner tentou costurar um acordo político para amenizar as punições aos líderes dos grevistas. O deputado estadual Álvaro Gomes (PCdoB) contou que essa comissão já conseguiu negociar a manutenção dos 12 líderes com mandado de prisão preventiva em Salvador e não em presídios federais como chegou a anunciar o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo.

"Estamos garantindo aos grevistas que não haverá retaliação para quem fez a paralisação e não participou de atos de vandalismo, mas não há como negociar a revogação das prisões", disse.

Por outro lado, Gomes entende que, se a greve for encerrada, não haverá mais sentido manter preso os acusados.

"Creio que eles deveriam responder em liberdade", opinou.

Líderes estão no Sindicato dos Bancários

Depois de desocuparem a Assembleia Legislativa da Bahia e verem dois líderes do movimento deixarem o local presos, cerca de dois mil policiais militares em greve estão reunidos no ginásio do Sindicato dos Bancários, no centro de Salvador, numa assembleia para decidir a continuação ou não da greve da PM, deflagrada no dia 31 de janeiro. Os PMs continuam assegurando que a greve continua apesar da rendição dos amotinados ao comando das operações militares. Segundo um dos policiais que participa e acompanha a movimentação dos colegas, o grande problema agora é eleição de um novo líder para a mobilização. Ao mesmo tempo, um outro grupo de policiais está reunido com representantes do governo. A expectativa é por uma nova proposta às reivindicações.

De acordo com o deputado Capitão Tadeu Fernandes, um dos representantes dos PMs, a categoria está reunida para ouvir uma nova proposta do governo e decidir sobre a continuidade da paralisação. A última proposta do governo é o aumento de 6,5% retroativo a janeiro, pagamento da GAP 4 (Gratificação de Atividade Policial) entre novembro desse ano e 2013 e pagamento da GAP 5 em 2015. Os policiais querem a GAP 4 em março de 2012 e a GAP 5 em 2013, além da revogação dos mandados de prisão das 12 lideranças do movimento.

Muitos estão propondo que essa liderança seja o capitão reformado Tadeu Fernandes, deputado estadual (PSB) que vem atuando como negociador com o governo do estado. Ele teria a "vantagem" de ter imunidade parlamentar ou seja não correria o risco de ser preso ou punido. A assembleia do Sindicato dos Bancários, que não tem hora para começar, deve decidir se a greve vai continuar. Os oficiais também marcaram uma assembleia para a tarde num hotel de Salvador para decidir se aderem à greve.

Os grevistas presentes no sindicato se mostram revoltados com a detenção de quatro dos 12 líderes do movimento que tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça. Um dos presentes garantiu que a paralisação da PM é quase que total.

"Só quem está dizendo que a greve acabou é a mídia", reclamou um deles.

Governo acreditava que greve acabaria nesta quinta-feira

Pela manhã, o secretário de Segurança Pública do estado, Maurício Barbosa, afirmou que o governo baiano esperava pelo término da paralisação para esta quinta-feira.

"Hoje, o dia é para definir, terminar essa greve, fazer com que nossos policiais retornem ao trabalho. É o dia para sacramentar o fim do movimento", disse Chagas, em entrevista à Rádio Estadão.

Em seguida, ele afirmou que a maioria do efetivo está nas ruas:

"Nós temos aproximadamente 90% dos nossos policiais trabalhando. A questão toda que ocorreu, principalmente em Salvador, foi a sensação de insegurança, com a prática desses atos terroristas, difundida através das redes sociais, que causa impacto e inquieta a população".

Líderes presos saíram pelos fundos da Assembleia

O primeiro grupo deixou a Assembleia às 6h25m. Segundo o porta-voz da operação, tenente-coronel do Exército Márcio Cunha, dois dos dez líderes da greve com mandado de prisão foram presos logo no início da manhã.

O líder do movimento, ex-soldado Marco Prisco, e Antônio Paulo Angelini deixaram a Assembleia pelos fundos e foram levados para uma instalação da polícia do Exército, onde ficarão à disposição da Justiça. Cunha explicou que a exigência de não deixar o local pela saída principal foi atendida por uma equipe de negociadores da Secretaria de Segurança da Bahia, e não pelo general Gonçalves Dias, comandante da operação.

Ao todo, 245 pessoas deixaram o prédio e passaram por uma revista. Em seguida, a Polícia Federal fez uma varredura no edifício. A desocupação, no entanto, não significa o fim da greve, que nesta quinta-feira entra no seu décimo dia.

O criminalista Rogério Andrade, que se apresentou como advogado de Marco Prisco e de outros líderes dos PMs grevistas que estão com o mandado de prisão decretado, anunciou por volta de 0h30m desta quinta-feira que o grupo resolveu se render tão logo tomou conhecimento da decisão do desembargador baiano José Alfredo Cerqueira da Silva de negar um segundo habeas corpus ao grupo. Segundo ele, diante da situação era nítido que o governo não recuaria e que o aumento de tropas na Assembleia Legislativa da Bahia sitiada indicava um risco iminente de invasão.  "Permanecer ali era só esperar o momento da invasão", disse o advogado.

Rogério Andrade criticou a forma como o governador da Bahia, Jaques Wagner, tratou da questão. O advogado disse que a greve poderia ter sido resolvida internamente sem a presença das tropas federais e afirmou que a divulgação de escutas telefônicas feitas pela polícia baiana, revelando que Prisco teria incitado a realização de atos de sabotagem, não influenciou na decisão do líder do movimento de se render.

Na noite de quarta-feira, o cabo bombeiro Benevenuto Daciolo foi preso quando chegava no aeroporto do Galeão, no Rio. O bombeiro estava em Salvador participando das negociações da greve de policiais militares da Bahia. A prisão preventiva de Daciolo foi pedida pelo coronel Sérgio Simões, secretário de Defesa Civil do Rio, após conversas do militar, gravadas pela polícia baiana com autorização judicial, terem mostrados acertos para a paralisação se estender a outros estados, como Rio e São Paulo.

Nas gravações, Benevenuto Daciolo aparece conversando com uma mulher, que pede para convencer os baianos a não encerrarem a greve para não enfraquecer uma eventual paralisação no Rio. Segundo a coluna de Ancelmo Gois, publicada nesta quinta-feira no GLOBO, a voz é da deputada estadual Janira Rocha (PSOL). Ela confirmou o diálogo: "A minha vida inteira fui militantes sindical".

A deputada estadual Cidinha Campos (PDT) vai pedir à Comissão de Ética da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) que avalie a possibilidade de quebra de decoro parlamentar supostamente praticada pela deputada Janira Rocha. Cidinha diz que já tem em mãos o resultado do laudo encomendado ao perito Mauro Ricart, comprovando que a voz de mulher gravada pela polícia é da parlamentar.












                                                           Fonte:Da Agência O Globo

Em ameaça de greve, polícias do RJ cantam 'Carnaval parou'

Policiais e bombeiros do Rio se reuniram na Cinelândia para votar indicativo de greve na sexta-feira. Foto: Luiz Gomes/Futura Press Policiais e bombeiros do Rio se reuniram na Cinelândia para votar indicativo de greve na sexta-feira
Foto: Luiz Gomes/Futura Press


Cirilo Junior
Direto do Rio de Janeiro
Cerca de 2 mil pessoas ligadas a sindicatos de bombeiros e policiais civis e militares do Rio de Janeiro participavam, desde as 18h desta quinta-feira, de uma assembleia para votar indicativo de greve para as três classes, com início previsto para esta sexta-feira. A reunião, na Cinelândia, no centro da cidade, era marcada por palavras de ordem contra o governador Sergio Cabral (PMDB), e por atos de apoio ao cabo bombeiro Benevenuto Daciolo, preso na noite de ontem, acusado de incitar atos violentos na Bahia.
"Soltem o Daciolo, prendam o Cabral" e "o Carnaval parou", eram as frases gritadas em coro. A expectativa dos sindicalistas é que a greve seja inevitável e decretada a partir da 0h de sexta-feira.
No local, era veiculada uma gravação que alertava a população para evitar sair às ruas amanhã. Com o fundo musical alusivo à chamada de plantão de notícias da Rede Globo, a mensagem dizia que a paralisação será iniciada amanhã e acrescentava que as pessoas, por razões de segurança, devem permanecer em suas casas.
A mulher de Daciolo, Cristiane, estava no local. Em conversa com jornalistas, ela classificou como "arbitrária" a prisão do marido. "Ele foi levado para um presídio. É um absurdo, ele é um militar, deve estar num quartel", afirmou Cristiane. Ela afirmou que não conseguiu ter qualquer contato com o marido desde a prisão.
A mulher do bombeiro disse que Daciolo foi à Bahia a pedido de um representante da Associação de Magistrados do Brasil (AMB), para ajudar a negociar uma solução para pôr fim à greve dos policiais baianos. Daciolo é um dos líderes do movimento que reivindica melhorias salariais para os militares do Rio. "Ele foi levado para lá para evitar um derramamento de sangue", ressaltou.
Cristiane observou que, se for preciso, vai processar o Estado pela prisão do marido. Sobre o contato de Daciolo com políticos, ela garantiu que o movimento é apartidário e tem diálogo com representantes de diversos partidos. Ela disse ainda ter passado a noite na rua, na porta do quartel central dos Bombeiros, à espera de notícias do marido.
A prisão foi pedida pelo comandante do Corpo de Bombeiros após divulgação no Jornal Nacional de escutas telefônicas nas quais Daciolo articula negociações sobre uma possível votação da PEC 300, a emenda constitucional que garantiria um piso salarial único para bombeiros e policiais de todo o Brasil.
Veja as fotos
 
                                                       Fonte:Terra

Assembleia dos Oficiais da PM decidirá se adere à greve nesta quinta (9)

Da Redação
Depois que os policiais e bombeiros militares ex-ocupantes decidiram manter a greve mesmo com a desocupação da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), a Associação dos Oficiais da Polícia Militar (AOPM-BA) decidirá nesta quinta-feira (9) se irá aderir à greve. Uma assembleia geral da categoria foi marcada para às 18h, no auditório do Hotel Fiesta, no Itaigara. 

De acordo com a assessoria do coronel Edmílson Tavares, presidente da Associação, o principal ponto de pauta de reivindicação é o pagamento imediato da GAP IV (Gratificação por Atividade Policial) para março de 2012. Além deste ponto, os Oficiais também querem a garantia de que a GAP V começará a ser paga em março de 2013. A proposta oferecida pelo governo é de que a GAP IV comece a ser paga em novembro e de forma escalonada. 

Ainda segundo informações da assessoria, a desocupação da Assembleia não será tema de discussão. Além disso, também não foi feito, até o momento, convite para que outras associações participem do encontro da AOPM. Na última terça-feira (09), os Oficiais se reuniram com representantes do governo estadual na residência Episcopal do arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger. A reunião terminou sem a resolução do impasse sobre a Gratificação. 

Aspra também se reúne novamente nesta quinta-feira
A Associação de Policiais e Bombeiros do Estado da Bahia, protagonistas da ocupação da ALBA, se reunirão novamente às 16h, no Sindicato dos Bancários, nos Aflitos, caso o governo não atenda aos pedidos feitos pela categoria. Assim como a AOPM, a Aspra também querem o pagamento da Gratificação por atividade Policial IV (e GAP IV). Eles também querem revogar as prisões que foram decretadas pela Justiça baiana para 12 policiais militares.





       

                                                                           Fonte:Correio24h

Saiu no NE10 (JC): Associação de Cabos e Soldados de Pernambuco não descarta mobilização nacional

Nordeste // movimento grevista

Associação de Cabos e Soldados de Pernambuco não descarta mobilização nacional

Publicado em 06.02.2012, às 11h36


Do NE10
Uma onda de movimentos grevistas de policiais vem acontecendo no Nordeste desde o fim do ano passado. Depois do Maranhão e do Ceará, a Bahia enfrenta a greve dos policiais militares desde a última terça-feira (31). Em apoio à manifestação, representantes da Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados de Pernambuco (ACS – PE) viajaram nesta segunda (6) para Salvador. No site da instituição, foi publicado um alerta aos policiais bombeiros e militares de Pernambuco para a convocação, em breve, de uma assembleia entre a categoria.

"A qualquer momento a Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) estará convocando uma Assembleia Geral para discutir assuntos de interesse da tropa, especialmente sobre as escalas de trabalho escravizantes, a falta de previsão das promoções e outras reivindicações que não foram atendidas, o que vem gerando grande insatisfação entre PMs e BMs", diz o documento.

Segundo o coordenador da associação, Renílson Bezerra, que viajou junto com diretor José Carlos dos Santos e o advogado Adalberto Neto, há possibilidade de movimento nacional. A discussão deve acontecer ainda esta semana em reunião com integrantes da Associação Nacional de Praças (Anaspra). "A situação na Bahia está delicada, mas as condições trabalhistas dos policiais de lá não são muito diferentes das nossas", afirma.

Já o Sindicato da Polícia Civil de Pernambuco (Sinpol) defende o movimento grevista, mas não concorda com vandalismos e agressões. "Acreditamos que está havendo um exagero por parte do movimento. Nós defendemos um movimento legal, com ordem e pautado no Estado democrático de Direito. Corremos o risco de, com o Projeto de Lei que tramita em Brasília, ter a proibição do movimento de greve para as categorias que trabalham portando arma", opina o presidente do Sinpol, Cláudio Marinho.

A campanha salarial dos policiais civis deve começar entre o final deste mês e o início de março. Entre as pautas a serem discutidas, está a revisão do Plano de Cargos e Carreiras. No próximo dia 10, está programada uma reunião com a Confederação dos policiais civis em Brasília, onde devem ser discutidos a Lei Orgânica Nacional, um piso salarial nacional e a garantia da aposentadoria especial com 30 anos de tempo de serviço.



SDS convida ACS – PE para reunião

Preocupado com a nota publicada pela Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE), o secretário de Defesa Social, Wilson Damázio, acaba de telefonar para o coordenador Renílson Bezerra. Ele agendou uma reunião para tratar dos assuntos de interesse da tropa como a carga horária de trabalho e promoções. Neste momento, Renílson está na Bahia, em solidariedade ao movimento daquele Estado e volta ao Recife amanhã (terça, 07/02), sendo assim a reunião com Damázio deverá acontecer tão logo ele chegue.



Saiu no BAHIA TODO DIA: Notícia Internacional

Notícia internacional

A greve da PM na Bahia, que já havia superado as barreiras do Estado, agora virou notícia internacional. Veículos de comunicação estrangeiros começam a enviar profissionais para acompanhar a mobilização ps policiais baianos. A Agência France Press mandou um fotógrafo, um repórter e um cinegrafista. Já a rede árabe Al Jazeera enviou o produtor Gabriel Elizondo.

A Associação de Cabos e Soldados de Pernambuco enviou dez dirigentes para prestar apoio à manifestaçãodos colegas baianos. “Eles estão pedindo apenas o que foi aprovado há quatro anos”, defendeu o presidente da entidade, cabo Renilson Bezerra.
Fonte: Tribuna da Bahia/ Foto: Revista Bahia em foco




Saiu no BRASIL 247: Paralização nacional?

Paralisação nacional?

Raphael Coutinho_PE247 – Três integrantes da Associação de Cabos e Soldados de Pernambuco (ACS-PE) viajaram, nesta segunda-feira (6), para Salvador com o objetivo de acompanhar de perto o movimento grevista que ocorre em toda a Bahia. Solidários com a manifestação no Estado vizinho, seguiram para a capital baiana o coordenador da associação, Renílson Bezerra, o diretor José Carlos dos Santos e o advogado Adalberto Neto. Segundo a própria ACS-PE, existe uma possibilidade de movimento nacional, articulado pela Associação Nacional de Praças (Anaspra). Ainda esta semana haverá uma reunião com associações de todo o País.
No próprio site da ACS-PE (www.acspe.com.br), existe um comunicado informando que “a qualquer momento a Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) estará convocando uma Assembleia Geral para discutir assuntos de interesse da tropa, especialmente sobre as escalas de trabalho “escravizantes”, a falta de previsão das promoções e outras reivindicações que não foram atendidas, o que vem gerando grande insatisfação entre PMs e BMs (Bombeiros Militares)”.

                             
                
             
                                                                                                      Fonte Por: Paula Costa | Jornalista

Onde O Blog do SD baby Ja Foi Visto No Mundo!!!