presidente da Associação dos Oficiais da Polícia Militar da Bahia, coronel Edmilson Tavares, informou à Agência Brasil que será feita na próxima quinta-feira (9) uma assembleia para decidir se os oficiais entram em greve.
De acordo com o coronel, "a intransigência do governador Jaques Wagner e a tentativa de desmoralização da tropa" são os motivos que estão sendo avaliados em uma reunião nesta terça-feira. "O governador tem se mostrado intransigente. Nós somos policiais, não somos terroristas", declarou.
Para o coronel Tavares, o governador tem sido intransigente sobre a questão do pagamento de gratificação estabelecida no movimento grevista de 2001, quando os policiais conseguiram o aumento na gratificação que é paga de maneira escalonada.
A greve dos PMs da Bahia começou na semana passada. Eles reivindicam aumento salarial e a incorporação de gratificações aos salários.
NEGOCIAÇÃO
A reunião entre representantes do governo e dos grevistas foi suspensa por volta das 18h sem acordo. No horário, os secretários permaneciam em reunião com o governador, Jaques Wagner (PT), para discutir uma nova proposta a ser apresentada aos PMs.
Nesta terça, o Wagner disse esperar que a greve da Polícia Militar no Estado acabe ainda hoje. "Meu esforço está sendo esse, muito grande, fazendo propostas consistentes para que a gente possa terminar esse movimento ainda hoje", declarou.
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| Fonte: JL/Folha |
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Oficiais da PM discutem possível adesão a greve na Bahia
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Termina sem acordo reunião entre associações da PM e governo
Arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger,
também participou do encontro
Terminou sem acordo a reunião entre associações da Polícia Militar e representantes do governo estadual realizada nesta terça-feira (7). O encontro começou às 10h, na residência episcopal do arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, e terminou por volta de 17h.
O governador Jaques Wagner disse, na manhã desta terça-feira (7), acreditar que esta reunião poderia ser o fim do greve parcial de PMs. "Iniciamos um processo de negociação. Nós fizemos uma proposta que eu considero bastante razoável e é com base nisso que estou fazendo essa aposta", explicou o governador.
O governador Jaques Wagner disse, na manhã desta terça-feira (7), acreditar que esta reunião poderia ser o fim do greve parcial de PMs. "Iniciamos um processo de negociação. Nós fizemos uma proposta que eu considero bastante razoável e é com base nisso que estou fazendo essa aposta", explicou o governador.
O que teria impedido o fim da greve foi a data de pagamento da Gratificação por Atividade Policial (GAP) IV. As associações queriam que o pagamento fosse realizado em 2012, mas o governador diz que só pode começar a pagar a GAP IV a partir de 2013.
Segundo a TV Bahia, na reunião, houve avanço em três pontos. Ficou decidido que os 12 PMs que tiveram a prisão decretada não irão para presídios federais, aqueles que participaram da greve de forma pacífica não serão punidos, e os policiais que cometeram atos de vandalismo durante a paralisação responderão a processos administrativos.
Agora, as associações vão apresentar à categoria as propostas discutidas na reunião. A Associação de Policiais e Bombeiros do Estado da Bahia (Aspra), que decretou greve por tempo indeterminado em assembleia no último dia 31, não participou da reunião.
Além de Dom Murido Krieger, participaram da reunião o secretário da Casa Civil, Rui Costa, o presidente da OAB da Bahia, Saul Quadros, o secretário da Administração do Estado, Manoel Vitório, o comandante geral da PM, coronel Alfredo Castro, e representantes de cinco associações ligadas à PM.
Impasse“Nós, ao longo de cinco anos, concedemos 30% de aumento real. E eu tenho limite na folha. As negociações são em torno desse valor, da chamada GAP IV, e eventualmente até da GAP V, mas evidentemente isso terá que ser partilhado ao longo de 2013, 2014 e até 2015. Se for para pagar alguma coisa imediatamente agora, não há menor espaço, porque eu não tenho espaço fiscal para fazê-lo", afirmou o governador.
Os grevistas recusam a proposta de reajuste oferecida pelo governo de 6,5% reatroativo ao mês de janeiro. Além do aumento salarial, a categoria reivindica o pagamento da GAP IV e V, e a regulamentação do pagamento de auxílio acidente, insalubridade e periculosidade.
Os grevistas também pedem anistia administrativa e revogação das prisões dos 12 líderes do movimento.

Tropas do Exército mantém cordão de isolamento em torno do prédio da Assembleia
Assembleia cercada Cerca de 600 homens do Exército e 40 agentes do Comando de Operações Táticas (COT)cercam a Assembleia Legislativa desde a manhã de segunda-feira (6) para cumprir os 11 mandados de prisão contra policiais e bombeiros que estão acampados no prédio. Um policial militar foi baleado no confronto.
Nesta terça-feira, o general da 6ª Região Militar permitiu a entrega de alimentos e material de higiene para os policiais militares que estão acampados no prédio da Assembleia Legislativa. Segundo oficial de Comunicação, Mário Cunha, a entrega de alimentos foi permitida por conta doavanço das negociações para o fim da greve.
Por volta das 10h, soldados do Exército que fazem o cordão de isolamento em torno do prédio da Assembleia permitiram que manifestantes jogassem sacolas com alimentos, papel higiênico e água.
Segundo a TV Bahia, na reunião, houve avanço em três pontos. Ficou decidido que os 12 PMs que tiveram a prisão decretada não irão para presídios federais, aqueles que participaram da greve de forma pacífica não serão punidos, e os policiais que cometeram atos de vandalismo durante a paralisação responderão a processos administrativos.
Agora, as associações vão apresentar à categoria as propostas discutidas na reunião. A Associação de Policiais e Bombeiros do Estado da Bahia (Aspra), que decretou greve por tempo indeterminado em assembleia no último dia 31, não participou da reunião.
Além de Dom Murido Krieger, participaram da reunião o secretário da Casa Civil, Rui Costa, o presidente da OAB da Bahia, Saul Quadros, o secretário da Administração do Estado, Manoel Vitório, o comandante geral da PM, coronel Alfredo Castro, e representantes de cinco associações ligadas à PM.
Impasse“Nós, ao longo de cinco anos, concedemos 30% de aumento real. E eu tenho limite na folha. As negociações são em torno desse valor, da chamada GAP IV, e eventualmente até da GAP V, mas evidentemente isso terá que ser partilhado ao longo de 2013, 2014 e até 2015. Se for para pagar alguma coisa imediatamente agora, não há menor espaço, porque eu não tenho espaço fiscal para fazê-lo", afirmou o governador.
Os grevistas recusam a proposta de reajuste oferecida pelo governo de 6,5% reatroativo ao mês de janeiro. Além do aumento salarial, a categoria reivindica o pagamento da GAP IV e V, e a regulamentação do pagamento de auxílio acidente, insalubridade e periculosidade.
Os grevistas também pedem anistia administrativa e revogação das prisões dos 12 líderes do movimento.
Tropas do Exército mantém cordão de isolamento em torno do prédio da Assembleia
Assembleia cercada Cerca de 600 homens do Exército e 40 agentes do Comando de Operações Táticas (COT)cercam a Assembleia Legislativa desde a manhã de segunda-feira (6) para cumprir os 11 mandados de prisão contra policiais e bombeiros que estão acampados no prédio. Um policial militar foi baleado no confronto.
Nesta terça-feira, o general da 6ª Região Militar permitiu a entrega de alimentos e material de higiene para os policiais militares que estão acampados no prédio da Assembleia Legislativa. Segundo oficial de Comunicação, Mário Cunha, a entrega de alimentos foi permitida por conta doavanço das negociações para o fim da greve.
Por volta das 10h, soldados do Exército que fazem o cordão de isolamento em torno do prédio da Assembleia permitiram que manifestantes jogassem sacolas com alimentos, papel higiênico e água.
Três policiais militares que estavam acampados deixaram o prédio, um deles saiu da Assembleia ainda na madrugada. Antes da saída dos PMs, soldados do Exército checaram se havia pedido de prisão expedido em nome deles.
Associações se reúnem com arcebispo e comandante para discutir greve de PMs
Representantes de quatro associações da Polícia Militar estão reunidos com o arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, na tarde desta segunda-feira (06), tentando intermediar as negociações da greve parcial de PMs que atinge a Bahia há quase uma semana.
Participam do encontro membros da Associação dos Praças da Polícia Militar da Bahia (APPM), Associação dos Subtenentes, Sargentos e Oficiais da Polícia Militar da Bahia (ABSSO), Associação de Policiais e Bombeiros da Bahia (ASPOJER) e Associação dos Oficiais da Polícia Militar da Bahia (AOPMBA).
Também está previsto para a tarde desta segunda-feira (06) um encontro com o comandante geral da Polícia Militar, coronel Alfredo Castro. A reunião será no Quartel do Comando Geral dos Aflitos, localizado no Campo Grande.
Anistia e revogação das prisões
Os grevistas recusaram a proposta de reajuste oferecida pelo governo de 6,5% reatroativo ao mês de janeiro. Os líderes do movimento de paralisação elaboraram uma contraproposta para o Governo. Nela, os manifestantes abriram mão de quatro dos sete pontos de reivindicação que movimenta a greve.
A exigência agora é pelo pagamento da Gratificação por Atividade de Polícia (GAP) IV e V, que seriam recebidos em parcelas. O grupo também pede anistia administrativa e revogação das prisões dos 12 líderes do movimento.
O Governo não negocia, pois acredita que os policiais estão cometendo excessos.
Assembleia cercada
Cerca de 600 homens do Exército e 40 agentes do Comando de Operações Táticas (COT) cercam a Assembleia Legislativa desde a manhã desta segunda-feira (06) para cumprir os 11 mandados de prisão contra policiais e bombeiros que estão acampados no prédio. Um policial militar foi baleado no confronto.
Soldados do Exército instalaram uma grade em uma operação de isolamento, como é chamada a manobra. Os policiais grevistas se colocaram em frente à rampa de entrada do prédio da Assembleia. Mulheres e crianças, familiares dos PMs grevistas, fazem um cordão de isolamento em torno do prédio. Um helicóptero do Exército sobrevoa o prédio da Assembleia.
Em entrevista à TV Bahia, o oficial de Comunicação do Exército, tenente Cunha, disse que o Exército irá cumprir os 11 mandados de prisão. ‘Nosso objetivo é fazer o isolamento para trazer o pleno funcionamento do prédio da Assembleia Legislativa. Cabe à SSP definir como será feito. [quando perguntado se invasão do prédio da Assembleia será feito de forma pacífica]‘, disse.
Início da paralisação
Em uma assembleia realizada na tarde da última terça-feira (31), os policiais militares ligados à Associação de Policiais e Bombeiros do Estado da Bahia (Aspra) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado.
Associação de Cabos e Soldados de Pernambuco (acspe) não descarta mobilização nacional
Uma onda de movimentos grevistas de policiais vem acontecendo no Nordeste desde o fim do ano passado. Depois do Maranhão e do Ceará, a Bahia enfrenta a greve dos policiais militares desde a última terça-feira (31). Em apoio à manifestação, representantes da Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados de Pernambuco (ACS – PE) viajaram nesta segunda (6) para Salvador. No site da instituição, foi publicado um alerta aos policiais militares e bombeiros de Pernambuco para a convocação, em breve, de uma assembleia entre a categoria.
"A qualquer momento a Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) estará convocando uma Assembleia Geral para discutir assuntos de interesse da tropa, especialmente sobre as escalas de trabalho escravizantes, a falta de previsão das promoções e outras reivindicações que não foram atendidas, o que vem gerando grande insatisfação entre PMs e BMs", diz o documento.
Segundo o coordenador da associação, Renílson Bezerra, que viajou junto com diretor José Carlos dos Santos e o advogado Adalberto Neto, há possibilidade de movimento nacional. A discussão deve acontecer ainda esta semana em reunião com integrantes da Associação Nacional de Praças (Anaspra). "A situação na Bahia está delicada, mas as condições trabalhistas dos policiais de lá não são muito diferentes das nossas", afirma.
Já o Sindicato da Polícia Civil de Pernambuco (Sinpol) defende o movimento grevista, mas não concorda com vandalismos e agressões. "Acreditamos que está havendo um exagero por parte do movimento. Nós defendemos um movimento legal, com ordem e pautado no Estado democrático de Direito. Corremos o risco de, com o Projeto de Lei que tramita em Brasília, ter a proibição do movimento de greve para as categorias que trabalham portando arma", opina o presidente do Sinpol, Cláudio Marinho.
A campanha salarial dos policiais civis deve começar entre o final deste mês e o início de março. Entre as pautas a serem discutidas, está a revisão do Plano de Cargos e Carreiras. No próximo dia 10, está programada uma reunião com a Confederação dos policiais civis em Brasília, onde devem ser discutidos a Lei Orgânica Nacional, um piso salarial nacional e a garantia da aposentadoria especial com 30 anos de tempo de serviço.
Greve de PMs baianos pode virar movimento nacional
A greve de parte dos policiais militares baianos, iniciada na quarta-feira, 1º, poderá desencadear um movimento nacional.
Segundo o secretário da Associação Nacional de Entidades Representativas de Praças Militares Estaduais (Anaspra), Roberto Caetano, que se encontra com os PMs baianos amotinados na Assembleia Legislativa, há uma possibilidade de a polícia militar do Rio de Janeiro aderir ao movimento.
Informação foi confirmada pelo coronel Almir Rosa, comandante do policiamento militar do Rio de Janeiro. Segundo ele, haverá, na próxima sexta-feira, 9, uma reunião na Cinelândia do Rio de Janeiro, para discutir se haverá greve no estado. Se acatado, o movimento no Rio começa no dia 10 de fevereiro.
O motivo da mobilização é a busca de melhorias de condições de trabalho da categoria.
Caso o comando da PM carioca decida entrar em greve, haverá a solicitação do apoio das polícias militares de outros estados brasileiros.
Nesta sexta, 3, mulheres de policiais cariocas se reuniram no Largo do Machado e seguiram em caminhada para o Palácio Guanabara, sede do governo estadual, onde fizeram um panelaço.
Reajuste - Em uma tentativa de conter a ameaça de greve, o governador do Rio, Sérgio Cabral, enviou uma mensagem na abertura dos trabalho na Assembleia Legislativa do Estado, alterando as regras dos reajustes previstos para a categoria.
Segundo o novo modelo, em fevereiro será concedido 10,15% de aumento.
PF chega a Salvador para prender policiais militares em greve
Quarenta homens do COT (Comando de Operações Táticas) da Polícia Federal desembarcaram neste domingo em Salvador para executar os mandados de prisão expedidos contra integrantes do movimento grevista da Polícia Militar.
Os policiais federais também serão responsáveis pela remoção dos detidos para presídios federais.
Pela manhã, foi preso um dos 12 policiais militares grevistas que tiveram a prisão decretada na semana passada. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o PM é acusado de formação de quadrilha e roubo de um carro da corporação.
Ele é lotado na Coppa (Companhia de Policiamento de Proteção Ambiental) e foi preso pelo comandante da companhia. Além de responder pelos crimes, o policial vai passar por um processo administrativo na própria corporação.
Ontem, o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), disse que os policiais militares em greve cometeram crimes que estão acontecendo em Salvador. Ele também disse que a categoria promove um "banho de sangue" para amedrontar a população.
O governador negou que pretenda autorizar a invasão da Assembleia Legislativa, onde os manifestantes estão acampados. Ainda segundo Wagner, os policiais que tiveram a prisão decretada são líderes do movimento e teriam sido identificados em atos de vandalismo.
MILITARES
Até o final do dia, o contingente de militares das Forças Armadas atuando na Bahia, para garantir a segurança em meio à greve de policiais militares, deverá chegar próximo a 3.500 homens, segundo informou o ministro interino da Defesa e comandante do Exército, general Enzo Martins Peri, após participar da cerimônia de troca da bandeira na Praça dos Três Poderes.
"As ações do Exército [na Bahia] vão muito bem e, até agora está muito positivas, com a presença das tropas circulando pela cidade. Cada vez mais tropas chegam e, até o final do dia, estaremos beirando os 3,5 mil militares em processo por via aérea e terrestre. Isso mostra a determinação do governo federal em apoiar o governo da Bahia nas suas necessidades", disse o general à Agência Brasil.
"Nossa ação é de patrulhamento em conjunto com os policiais militares que não estão de acordo com o movimento, e nossa parte é apoiar o governo do Estado, que é quem conduz as negociações com aqueles que estão envolvidos no movimento [grevista]", completou.
O tenente-coronel Cunha, responsável pelas operações na Bahia, informou que há uma onda de boataria correndo pelo Estado. "Um dos problemas maiores [que estamos vivenciando] é a grande onda de boatos, que já estão sendo combatidos com a presença das nossas tropas, além das policias Militar e Civil, para devolver a sensação de segurança e tranquilidade à população", disse.
CRIMES
Dados da Secretaria de Segurança Pública da Bahia apontam que já chega a 78 o número de homicídios na região metropolitana de Salvador durante a greve da Polícia Militar, iniciada na noite da última terça-feira (31). Apenas entre a madrugada e a manhã de hoje, já foram registrados oito mortes desse tipo.
O dia mais violento até o momento foi a última sexta (3) quando 32 pessoas foram mortas. Segundo a secretaria, ocorreram também sete homicídios na região na quarta-feira (1º), 14 na quinta (2) e mais 17 no sábado(4).
No mesmo período da semana passada, o número de homicídios na região metropolitana foi de 41, incluindo todo o domingo.
Fonte: Folha.com
PM RIO PODE ANTECIPAR GREVE CASO HAJA COVARDIA CONTRA PMs BAIANOS
PMs em greve discutem com soldados da FNS, em frente da Assembleia
Policiais, bombeiros e agentes penitenciários do Rio de Janeiro prometeram na tarde deste domingo antecipar a paralisação das categorias, inicialmente prevista para o próximo dia 10, caso "qualquer covardia" seja cometida contra os agentes que participam do movimento grevista na Bahia. Ontem, o Exército foi convocado pelo governo baiano para desocupar a Assembleia Legislativa, onde os grevistas acampam desde terça-feira. Helicópteros e blindados apoiam a ação.
"O movimento em prol da DIGNIDADE dos Bombeiros e Policiais do Estado do Rio de Janeiro vem informar que qualquer covardia cometida contra os militares da Bahia e seus familiares, que estão ocupando a Assembleia Legislativa de lá, ocasionará a deflagração da GREVE GERAL no Rio de Janeiro antes do previsto", diz a nota publicada em um blog do movimento SOS PMERJ.
Caso a greve dos policiais do Rio se confirme, a tendência é que o Batalhão de Choque e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) sejam acionados emergencialmente, já que, para os agentes dessas tropas, a paralisação não é unânime. Os dois batalhões são os que recebem as melhores gratificações da corporação.
Neste domingo, o secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, emitiu um comunicado no qual tenta convencer os policiais de que a greve não é a solução para reivindicar melhores condições de trabalho. Segundo ele, que disse acreditar que a maioria dos agentes trabalhará normalmente no dia 10, a greve dificilmente "irá trazer benefícios" para os policiais.
Beltrame também lembrou que há uma série de aumentos programados para a área de segurança pública nos próximos anos e que a melhoria nas condições de trabalho das categorias deve ser gradual e racional. Entre os agentes, o parcelamento dos aumentos salariais é conhecido como "aumento Casas Bahia".
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Deputado sergipano tenta intermediar fim de greve da PM, na Bahia
na Bahia (Foto: Luciana Botto/ ascom do deputado)
“Se os líderes do movimento reivindicatório da Bahia forem presos, poderá acontecer paralisações em vários estados brasileiros. O maravilhoso povo baiano está aguardando uma solução do governo estadual para essa grave crise”, disse Mendonça.
Neste sábado (4), o parlamentar sergipano se reuniu na Assembléia Legislativa da Bahia com o presidente da Casa, Marcelo Nilo; com o Coronel Roberto Guimarães, comandante de Operações da Polícia Militar; além de lideranças de movimentos reivindicatórios.
“As autoridades devem ter em mente que a Polícia baiana está recebendo a solidariedade de todos os policiais do Brasil. O governador da Bahia deve ter o cuidado para não provocar uma mobilização nacional das polícias contra qualquer ato de força”, ressaltou Prado.
Aquartelados no prédio da Assembléia Legislativa do Estado, os líderes da greve iniciada última terça-feira (31), garantem que só deixarão o local com a garantia do governo de que não sofrerão sanções disciplinares nem administrativas. Entre as reivindicações da categoria estão também: melhorias salariais, pagamento da insalubridade e da URV, e melhores condições de trabalho.
“Na verdade o Brasil precisa reestruturar o seu sistema de segurança pública e aprimorar as leis concernentes. A sociedade exige isso”, finalizou Mendonça Prado.
Fonte:G1
“Na verdade o Brasil precisa reestruturar o seu sistema de segurança pública e aprimorar as leis concernentes. A sociedade exige isso”, finalizou Mendonça Prado.
Fonte:G1
Claudia Leitte comenta greve da PM e cita prejuízos para a Bahia
Foto: Felipe Souto Maior /Divulgação
A cantora Claúdia Leitte publicou neste domingo uma mensagem em que se diz "triste e preocupada" com a situação da greve da Polícia Militar na Bahia. Em seu blog oficial, a cantora disse que "a Bahia está pagando um preço muito alto por tudo isso."
"Quando impedem o nosso ir e vir, quando cerceiam nossa liberdade e tiram a alegria que é uma marca em nosso povo, em nossa terra, algo de muito grave está acontecendo. A Bahia está ferida. Chega de radicalismo", escreveu a cantora. Ela também pediu que as autoridades cheguem a uma solução para o problema. "Rogo às partes que busquem no entendimento a solução para esse impasse que tanto penaliza os baianos e os que nos visitam."
Na última sexta-feira, a cantora Ivete Sangalo também havia comentado a situação na cidade. A apresentação que ela faria no dia seguinte em Praia do Forte, litoral norte da Bahia, foi suspensa. "Fico triste por tudo que está acontecendo. Não era pra ser assim. Mas torço para que tudo fique bem e que nós soteropolitanos tenhamos mais segurança, que é um direito da sociedade", publicou em seu perfil no Twitter.
No mesmo dia, a cantora comentou a situação durante seu show no Festival Planeta Atlântida, no Rio Grande do Sul. "Queria aproveitar e falar sobre a greve de policiais na Bahia. Nós somos artistas e cidadãos. Temos direito à segurança. Espero que a tranquilidade se restabeleça porque não existe joia mais preciosa do que os meus baianos", disse.
O cantor Léo Santtana, da banda Parangolé, também se pronunciou sobre o assunto na sexta-feira, pelo Twitter. "Salvador City que Deus nos acompanhe e abençoe! Por que o clima aqui tá tenso de mais", escreveu.
O clima de insegurança e apreensão em Salvador após o sexto dia de greve da Polícia Militar continua forçando os cancelamentos de diversos shows e eventos pré-carnavalescos. O ensaio da banda Timbalada, que aconteceria neste domingo, foi adiado para a próxima sexta-feira - "se toda a situação já estiver normalizada", de acordo com o comunicado oficial.
Outras atrações como Magary Lord, Filhos de Gandhy, Oito7Nove4 e Bailinho de Quinta, que realizavam festas pré-carnavalescas, cancelaram as apresentações. No total, mais de 70 eventos foram cancelados em Salvador no fim de semana, em sua maioria shows e ensaios de Carnaval.
Fonte: NoticiasTerra
"Quando impedem o nosso ir e vir, quando cerceiam nossa liberdade e tiram a alegria que é uma marca em nosso povo, em nossa terra, algo de muito grave está acontecendo. A Bahia está ferida. Chega de radicalismo", escreveu a cantora. Ela também pediu que as autoridades cheguem a uma solução para o problema. "Rogo às partes que busquem no entendimento a solução para esse impasse que tanto penaliza os baianos e os que nos visitam."
Na última sexta-feira, a cantora Ivete Sangalo também havia comentado a situação na cidade. A apresentação que ela faria no dia seguinte em Praia do Forte, litoral norte da Bahia, foi suspensa. "Fico triste por tudo que está acontecendo. Não era pra ser assim. Mas torço para que tudo fique bem e que nós soteropolitanos tenhamos mais segurança, que é um direito da sociedade", publicou em seu perfil no Twitter.
No mesmo dia, a cantora comentou a situação durante seu show no Festival Planeta Atlântida, no Rio Grande do Sul. "Queria aproveitar e falar sobre a greve de policiais na Bahia. Nós somos artistas e cidadãos. Temos direito à segurança. Espero que a tranquilidade se restabeleça porque não existe joia mais preciosa do que os meus baianos", disse.
O cantor Léo Santtana, da banda Parangolé, também se pronunciou sobre o assunto na sexta-feira, pelo Twitter. "Salvador City que Deus nos acompanhe e abençoe! Por que o clima aqui tá tenso de mais", escreveu.
O clima de insegurança e apreensão em Salvador após o sexto dia de greve da Polícia Militar continua forçando os cancelamentos de diversos shows e eventos pré-carnavalescos. O ensaio da banda Timbalada, que aconteceria neste domingo, foi adiado para a próxima sexta-feira - "se toda a situação já estiver normalizada", de acordo com o comunicado oficial.
Outras atrações como Magary Lord, Filhos de Gandhy, Oito7Nove4 e Bailinho de Quinta, que realizavam festas pré-carnavalescas, cancelaram as apresentações. No total, mais de 70 eventos foram cancelados em Salvador no fim de semana, em sua maioria shows e ensaios de Carnaval.
Fonte: NoticiasTerra
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
ACS - PE luta pela continuação de 12 PMs em Petrolina
A Associação Pernambucana dos Cabos e Soldados (ACS – PE) continua empenhada na luta em defesa dos 12 policiais militares que foram transferidos de Petrolina para Recife, sem nenhuma explicação ou motivo. Esta semana, a ACS – PE, através do representante de Base, Saraiva, foi a única entidade a participar de uma caminhada em protesto pela transferência dos PMs. O movimento foi organizado pelas esposas dos militares.
O coordenador Renílson Bezerra informa que a Associação está acompanhando o fato com o apoio de advogados e que o Juiz Edilson Rodrigues Moura já determinou a antecipação da tutela liminar da Ação Declaratória de Nulidade do Ato Administrativo (Processo nº 000620-52.2012.8.17.1130), suspendendo as Portarias da SDS nº 123/2012, nº 124/2012, nº 125/2012, nº 126/2012 e nº 127/2012. Ou seja, os 12 PMs devem continuar em Petrolina, conforme determinação da Justiça.
Fonte Por: Paula Costa | Jornalista
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